terça-feira, 25 de março de 2014

COLORIDA

 COLORIDA

Ser mulher é ter
Liberdade colorida
Voando em suavidade
Modificando o pensamento
Chuva amarga, mais antiga.
Agressiva e intolerante
Lágrimas sentidas
Transtorno, constrói
Dissolve as mágoas da desilusão
No peito um fardo
Apenas para viver o momento
Brisa suave que acaricia a face
Com amor espalha perfume
Doce de belas cores e emoção
As lágrimas comovem até a alma
Maternal e feminina faz do lar
Toda a sua força.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca