sábado, 28 de dezembro de 2013

CHUVA NO VIDRO

CHUVA NO VIDRO

        Da minha janela ouço.
A chuva, a bater no vidro
        Vou ficar aqui para ver a chuva cair
Faz-me lembrar que o teu cheiro ficou em mim
    Vou chorar, mas de saudades tuas
Que saudades tenho de ti
      É como o cheiro da chuva
E as lágrimas a cair
   Amor, tu que incendeias toda a minha alma
Pois não posso mais voar
      Sai de mim amor cruel
És a tormenta dos meus pensamentos loucos
      Tu és a minha fogueira onde arde o meu coração
Amar as estrelas é amar-te na luz
      Sentir a brisa do mar na minha cara,
São como beijos molhados a sal
     Tens um sorriso tão belo e feiticeiro
Sai de mim porque a saudade faz-me chorar
     Amar-te é paixão assolapada.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca