sábado, 4 de janeiro de 2014

ESTREMEÇO


Rasguei-me muitas vezes
Onde consumi-me de mim mesma
Olhei para o infinito esqueci a minha alma
Perdi-me no silêncio que há em mim
Hoje recolho a energia que ficou no caminho
Espremo tudo que não presta em mim
Expectativas, são que jamais o céu deixe brilhar
Que a minha alma estremeça sempre que veja o sol.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca